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	<title>Nilzo Andrade Jr. &#187; Percepções sobre a mente humana</title>
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	<description>Idéias sobre Liderança e Autoconhecimento</description>
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		<title>Nilzo Andrade Jr. &#187; Percepções sobre a mente humana</title>
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		<title>Precisamos acabar com o nosso complexo de inferioridade</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Dec 2009 19:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem se melindra e briga por tudo e por nada, é portador de complexo de inferioridade. DeRose Acabei de retornar de uma temporada de 6 semanas em New York. Uma das coisas que mais me impressionou é que as pessoas pedem licença, deculpas e dizem obrigado para tudo, mas para tudo mesmo. Perto de onde fiquei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="right"><em>Quem se melindra e briga por tudo e por nada, é portador de complexo de inferioridade. <span style="font-style: normal; ">DeRose</span></em></p>
<p align="right"><em> </em></p>
<p style="text-align: justify;">Acabei de retornar de uma temporada de 6 semanas em New York. Uma das coisas que mais me impressionou é que as pessoas pedem licença, deculpas e dizem obrigado para tudo, mas para tudo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Perto de onde fiquei hospedado (local o qual senti-me tão bem que até chamava de casa), existia um mercadinho 24h que eu frequentava para pequenas compras. Como a época do Natal estava chegando, começaram a vender as árvores para serem decoradas, que lá são naturais. Ficavam expostas do lado de fora, ocupando uma parte da calçada, o que limitava a passagem a uma pessoa e meia de cada vez.</p>
<div id="attachment_562" class="wp-caption aligncenter" style="width: 492px"><img class="size-full wp-image-562" title="Empire State Building by Nilzo" src="http://www.oliderdossonhos.com/wp-content/uploads/2009/12/DSC01183.JPG" alt="Empire State Building visto do Top of the Rock. Foto: Nilzo Andrade Jr." width="482" height="361" /><p class="wp-caption-text">Empire State Building visto do Top of the Rock. Foto: Nilzo Andrade Jr.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Sempre que alguém compartilhava o passeio apertado comigo, pedia desculpas. Isso sem ter tocado-me ou feito qualquer coisa que justificasse o pedido. Ele vinha pelo fato de atrapalhar, de uma certa maneira, o livre caminho do outro. Se estávamos conversando na rua, ocupando a calçada, e alguém precisa passar no meio, pedia licença ou desculpas. Se eu me virasse para trás e alguém estava impedindo meu caminho(!), desculpas de novo. Se alguém precisa passar pela sua frete enquanto pesquisava algo no supermercado, pedia licença. E o mais bonito: sem ser subserviente. Todos com postura vencedora e educada.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje fui ao mercado perto de minha casa em Curitiba. Moro em um bairro muito bom, o que faz com que as pessoas que frequentam este tipo de estabelecimento sejam de bom nível cultural. Os habitués me empurraram, cortaram a frente e bloquearam a passagem. Sabe quantos pedidos de desculpas, licença e obrigado? Nenhum. Falta de educação? Não, pois são indivíduos que tiveram acesso à boas escolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando li um artigo do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/livros/coisas-que-a-vida-me-ensinou-quem-nao-serve-como-amigo-nao-serve-como-inimigo/" target="_blank">DeRose hoje</a>, veio um <em>insight</em>. Nós, brasileiros, temos complexo de inferioridade. Ele nos impede de sermos polidos. Ele nos faz sermos agressivos e insolentes ao andar nas calçadas, ao ocupar lugares comuns e também ao dirigir. Fomos colonizados e ainda não nos livramos deste sentimento. Para nós, pedir desculpas, licença e agradecer é um ato de rebaixamento. Sentimo-nos inferiores ao sermos educados com as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que há exceções, você pode pensar. Mas não seria bom se a exceção fosse o contrário?</p>
<p style="text-align: justify;">Estamos em um momento histórico em que nossa projeção política e econômica está nos conduzindo ao patamar de grande economia. No ano que vem, contribuiremos para elevar a média do crescimento do PIB mundial. Estudos mostram que seremos a terceira economia do mundo em 2050. Será tão bonito se conseguirmos ser tudo isso do mundo usando as palavras obrigado, desculpe-me e com licença.</p>
<p style="text-align: justify;">Com licença, agora vou comer meu <a href="http://blog.nilzoandradejr.com/como-e-bom-comer-arroz-e-feijao-de-novo" target="_blank">feijão com arroz e batata-frita</a>. Afinal, amo esse país.</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Deixe o marshmallow para depois</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 09:30:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Percepções sobre a mente humana]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Joachim de Posada]]></category>
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		<category><![CDATA[Stanford]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[É realmente uma arte postergar as gratificações. Segundo Joachim de Posada, este é o principal fator para o sucesso. Um professor de Stanford fez o seguinte experimento: uma criança de 4 anos era deixada sozinha em uma sala junto com um marshmallow. O desafio do infante era ficar sem comer a guloseima por 15 min. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É realmente uma arte postergar as gratificações. Segundo <a href="http://www.donteatthemarshmallowyet.com/best_selling_authors.php" target="_blank">Joachim de Posada</a>, este é o principal fator para o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Um professor de <a href="http://www.stanford.edu/" target="_blank">Stanford</a> fez o seguinte experimento: uma criança de 4 anos era deixada sozinha em uma sala junto com um marshmallow. O desafio do infante era ficar sem comer a guloseima por 15 min. Ao retornar à sala, o professor daria um segundo doce caso o objetivo fosse alcançado. </p>
<p style="text-align: justify;">O que se observou foi que duas em cada três crianças comeram o marshmallow antes do retorno do professor. O outro 1/3 pegava o objeto desejado e o cheirava, andava em volta, mostrava ansiedade, brincava com outras coisas, mas não o comia. </p>
<p style="text-align: justify;">Como continuidade do experimento, o professor observou, 15 anos após, que 100% das crianças que conseguiram esperar para comer o marshmallow eram muito mais exitosas em seus intentos do que as que o comeram. Tinham bom desempenho na escola e nos esportes, relacionavam-se bem com os pais, amigos e professores.</p>
<p style="text-align: justify;">Já a maioria das crianças que não conseguiram esperar apresentavam problemas escolares ou mesmo a abandonaram. Tinham notas ruins e relacionamentos não tão saudáveis. </p>
<p style="text-align: justify;">No vídeo abaixo, você poderá ver a repetição do experimento feito com crianças colombianas realizada por Joachim de Posada. É hilário ver o comportamento infantil frente ao desafio. Você dará boas risadas!</p>
<p style="text-align: center;"><div align="center"><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Bes_7wQlmus">www.youtube.com/watch?v=Bes_7wQlmus</a></p></div></p>
<p style="text-align: justify;">Para conhecer mais, leio o livro <em><a href="http://www.amazon.com/Dont-Eat-Marshmallow-Yet-Success/dp/0425205452" target="_blank">Don&#8217;t Eat the Marshmallow&#8230; Yet</a></em>, onde Joachim explica a importância da autodisciplina e da persistência para a obtenção do sucesso.</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>A poderosa revelação pelo derrame de Jill Bolte Taylor</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 01:37:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Jill Bolte Taylor]]></category>
		<category><![CDATA[líder]]></category>

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		<description><![CDATA[Expansão da consciência? Simples parada das instabilidades da consciência? Hiperfuncionamento do lado do direito cérebro? Seja qual for a resposta, o exemplo é inspirador. www.youtube.com/watch?v=JRw9PzXk_Wg   www.youtube.com/watch?v=GT9J2IXVbGI &#169;2012 Nilzo Andrade Jr.. All Rights Reserved..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Expansão da consciência? Simples parada das instabilidades da consciência? Hiperfuncionamento do lado do direito cérebro?</p>
<p style="text-align: justify;">Seja qual for a resposta, o exemplo é inspirador.</p>
<p style="text-align: center;"><div align="center"><span class="youtube">
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</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JRw9PzXk_Wg">www.youtube.com/watch?v=JRw9PzXk_Wg</a></p></div></p>
<p style="text-align: center;"> </p>
<p style="text-align: center;"><div align="center"><span class="youtube">
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<param name="wmode" value="transparent" />
</object>
</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=GT9J2IXVbGI">www.youtube.com/watch?v=GT9J2IXVbGI</a></p></div></p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Graham Bell, o charlatão?</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 10:21:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[  Veja este relato, escrito pelo educador DeRose: Desde bem jovem o cientista Graham Bell começou a trabalhar no projeto que o imortalizaria: o telefone. E, como sempre acontece, pagou caro por isso. Bell queria casar-se com uma jovem. Certo dia o pai da donzela mandou chamar o pretendente à sua casa e humilhou-o de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<div id="attachment_428" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-428 " title="phone2" src="http://oliderdossonhos.files.wordpress.com/2009/05/phone2.jpg" alt="&quot;Será que alguém vai atender?&quot;" width="420" height="534" /><p class="wp-caption-text">&quot;Será que alguém vai atender?&quot;</p></div>
<p style="text-align: justify;">Veja este relato, escrito pelo educador <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Desde bem jovem o cientista </em><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexander_Graham_Bell" target="_blank"><em>Graham Bell</em></a><em> começou a trabalhar no projeto que o imortalizaria: o telefone. E, como sempre acontece, pagou caro por isso.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Bell queria casar-se com uma jovem. Certo dia o pai da donzela mandou chamar o pretendente à sua casa e humilhou-o de todas as formas, acusando-o de ser um vagabundo, dizendo que não trabalhava, que não tinha futuro, que era um João Ninguém e que se persistisse com a intenção de casar-se com sua filha, deveria abandonar aquelas idéias malucas de inventar um tal de telefone e arranjar um emprego.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Graham Bell não podia perder tempo com emprego, já que agasalhava um ideal muito maior. Ele tinha objetivo e sabia o que queria. Sabia que era possível transmitir a palavra pelos fios telefônicos, coisa tida na época como quimera. Ele sofria muita necessidade, passava muita fome e não tinha roupas decentes para cortejar sua eleita. Às vezes, alguma boa alma o convidava para jantar e isso era o que o mantinha vivo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Trabalhando dia e noite, certo dia conseguiu fazer o telefone funcionar. Aquele jovem acabara de inventar o aparelho de comunicação que um século depois estaria em todas as residências e empresas do mundo! Mas… o inesperado ocorreu. Um concorrente invejoso, querendo para si os direitos da descoberta, conseguiu convencer a opinião pública de que Graham Bell era um charlatão e o legítimo inventor do telefone foi processado. Durante o julgamento foi insultado e ultrajado. Os jornais o chamaram de vigarista e charlatão. Ele foi coberto de vergonha e exprobração.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Como consolo, no final de muito sofrimento, Graham Bell ganhou a questão judicial e teve o seu nome limpo.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, meu amigo, mantenha-se firme!</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Médico pioneiro do cateterismo é obrigado a abandonar a cardiologia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 09:21:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei se você já se deu conta, mas toda vez que algum vanguardeiro lança uma nova idéia, acabamos oferecendo resistência. É como uma vontade inconsciente que temos de evitar a mudança. Em alguns casos, acabamos condenando o descobridor do novo paradigma ao ostracismo. Por vezes, realmente acabamos com a vida da pessoa. Leia esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Não sei se você já se deu conta, mas toda vez que algum vanguardeiro lança uma nova idéia, acabamos oferecendo resistência. É como uma vontade inconsciente que temos de evitar a mudança. Em alguns casos, acabamos condenando o descobridor do novo paradigma ao ostracismo. Por vezes, realmente acabamos com a vida da pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia esta caso contado pelo meu amigo <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a> sobre o médico alemão criador do cateterismo:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Werner Forssman, nasceu em Berlim a 20 de agosto de 1904. Formou-se em medicina em 1928. Desenvolveu uma teoria que ninguém aceitava: a de que seria possível introduzir uma sonda por via intravenosa e conduzi-la até o interior do coração, sem matar o paciente. Obviamente, não poderia usar cadáveres, pois já estavam mortos. Tentou autorização dos seus superiores no hospital para levar a efeito a experimentação em algum paciente. É claro que não foi autorizado. Então, não podendo utilizar cobaias humanas, usou o seu próprio corpo.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Cortou uma veia do braço e introduziu um cateter (a pronúncia correta é catetér e não catéter) e foi empurrando-o até que atingiu o órgão cardíaco. Para provar que havia conseguido e que tal procedimento não matava o paciente, foi até a sala de raios-x e, sob os protestos dos colegas, bateu uma chapa. Era incontestável! Ninguém poderia questionar sua descoberta que viria a salvar tantas vidas no mundo inteiro. Sua recompensa? Foi tão punido, criticado e atacado que teve de abandonar a cardiologia!</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Durante mais de duas décadas não era convidado para nada e se ousasse comparecer a algum congresso tinha que sofrer o constrangimento de ser apontado pelos seus pares como um indesejável. Após 25 anos de humilhações e exclusões, finalmente, o reconhecimento. Em 1956, recebeu o Prêmio Nobel de Medicina.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Por sorte, ele foi reconhecido com o prêmio. Mas imagine quanta força de vontade e determinação ele deve ter tido para suportar 25 anos de exclusão? Será que nós teríamos a mesma coragem de manter a convicção num caso destes?</p>
<p style="text-align: justify;">Encare este fato como uma vacina. Se você for um inovador, um criador, uma pessoa que estabelece novos paradigmas, tenha a certeza absoluta de que enfrentará muita resistência. Para enfrentar este fato, desenvolva coragem.</p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Percepções sobre a mente humana &#8211; o experimento da Prisão de Stanford</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2009 10:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Stanford]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o experimento mais intrigante de todos os que envolvem o estudo do comportamento humano. Em 1971, Philip Zimbardo, ex-Presidente da American Psychological Association e até hoje professor da Universidade de Stanford, decidiu fazer um teste no mínimo curioso: transformar o Departamento de Psicologia numa prisão simulada. O objetivo era avaliar como pessoas consideradas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este é o experimento mais intrigante de todos os que envolvem o estudo do comportamento humano. Em 1971, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Philip_Zimbardo" target="_blank">Philip Zimbardo</a>, ex-Presidente da <em><a href="http://www.apa.org/" target="_blank">American Psychological Association</a></em> e até hoje professor da <a href="http://www.stanford.edu/" target="_blank">Universidade de Stanford</a>, decidiu fazer um teste no mínimo curioso: transformar o Departamento de Psicologia numa prisão simulada. O objetivo era avaliar como pessoas consideradas normais reagiriam quando fossem sujeitadas a uma mudança radical nos papéis normais de suas vidas.</p>
<div id="attachment_367" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.flickr.com/photos/pigstubs/445737889/"><img class="size-full wp-image-367 " title="Philip Zimbardo" src="http://oliderdossonhos.files.wordpress.com/2009/05/philip-zimbardo.jpg" alt="Philip Zimbardo" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Rock&#39;n Roll&quot;: Zimbardo (E) não imaginava o que iria acontecer.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Voluntários apresentaram-se após responderem a um anúncio no jornal. Uma série de avaliações foram feitas, de modo a possibilitar a escolha de pessoas que estivessem com boa saúde e que fossem estáveis mentalmente. Todos eram estudantes universitários, do sexo masculino, e foram divididos arbitrariamente em 12 guardas e 12 prisioneiros. Zimbardo decidiu que faria parte também e elegeu-se o Superintendente da Prisão. O experimento duraria duas semanas.</p>
<p style="text-align: justify;">Para tornar a situação real, os &#8220;prisioneiros&#8221; foram presos pelos &#8220;guardas&#8221; em carros com sirene. Tiveram suas digitais recolhidas, os olhos vendados e foram colocados em uma cela. Tiraram suas roupas, foram sanitizados com vermífugo, tiveram os cabelos cortados, ganharam uniforme e um número e tinham uma corrente prendendo seus pés. O guardas usavam uniformes e cassetetes. Tudo pronto para o início do experimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Bastaram dois dias para os prisioneiros começarem uma rebelião contra o seu encarceramento. A camas foram colocadas contras as portas e o guardas insultados. Estes, então, acharam que era um bom momento para usarem os extintores de incêndio contra os rebelados. Se não bastasse, deixaram os prisioneiros nús e tiram suas camas, de modo que os obrigaram a dormir no chão.</p>
<p style="text-align: justify;">A partir daí, o inferno imperou. As ofensas não pararam mais. O uso do banheiro foi restringido pelos guardas, que obrigavam os prisioneiros a limpá-los com as próprias mãos. Os detentos eram obrigados a fazerem exercícios humilhantes. Até mesmo Zimbardo, condutor do experimento, ficou tomado pelo papel de Superintendente, transformando-se numa rígida figura institucional. Para ele, a preocupação maior ela a segurança da prisão e o bem estar dos participantes foi relegado a segundo plano.</p>
<p style="text-align: justify;">Com apenas seis dias, o experimento foi interrompido por Zimbardo, com diversos guardas não concordando com o fim. Os prisioneiros estavam psicologicamente exaustos. Era melhor parar agora antes que algo mais grave acontecesse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8220;E o que isso tudo tem haver comigo?&#8221;</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sabe aqueles casos que vemos na televisão, de guardas mal-tratando inocentes ou de torturas maldosas? Pois é, é muito provável que você também agisse da mesma maneira que os inquisidores.</p>
<p style="text-align: justify;">Psicólogos que estudaram mais sobre este assunto mostraram que o que impede de torturarmos fisicamente as pessoas à nossa volta é o medo da repercussão. O experimento da Prisão de Stanford mostrou que é só dar um poder absoluto sobre alguém que a pessoa começa a tomá-la como posse e a tratá-la como um objeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Este sentimento de posse gera apego e provavelmente fez com que o homem fizesse tantas guerras, até mesmo em nome da religião. Talvez aí resida um das causas de tratarmos o nosso planeta com tanto descaso, subjugando as demais espécies e poluindo-o incessantemente. Parece que realmente nascemos com alguns parafusos a menos e que teremos uma longa jornada até alcançarmos um estágio mais evoluído.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso, fique atento à si mesmo, pois o próximo caso de violência gratuita pode ser protagonizado por você.</p>
<p style="text-align: justify;">Assista o vídeo abaixo, elaborado pelo <a href="http://www.discoverybrasil.com/" target="_blank">Discovery Channel</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="display: block; width: 425px; margin: 0 auto;">[vodpod id=ExternalVideo.823010&amp;w=425&amp;h=350&amp;fv=]</span></p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/1610758-video">video</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com/wordpress">vodpod</a></div>
<p style="text-align: justify;">Fontes:</p>
<p style="text-align: justify;"><span>Zimbardo, P. G. (1972). The Stanford Prison Experiment a Simulation Study of the Psychology of Imprisonment. Philip G. Zimbardo, Inc.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span><a href="http://www.mindpowernews.com/5Psychological.htm" target="_blank">http://www.mindpowernews.com/5Psychological.htm</a>.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span><a href="http://www.spring.org.uk/2007/09/our-dark-hearts-stanford-prison.php" target="_blank">http://www.spring.org.uk/2007/09/our-dark-hearts-stanford-prison.php</a>.</span></p>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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		<title>Percepções sobre a mente humana &#8211; O experimento da conformidade de Solomon Asch</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 06:21:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nilzo Andrade Jr.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Liderando sonhos]]></category>
		<category><![CDATA[Percepções sobre a mente humana]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Relações de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Solomon Asch]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos sabemos que o ser humano segue tendências. Nós copiamos das pessoas o jeito de vestir, de andar, de falar, de comportar-se. Isso é muito acentuado na adolescência, quando a necessidade de ser aceito é mais intensa. Mas até que ponto esta tendência de ser igual nos afeta? Você acha que o ser humano é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos sabemos que o ser humano segue tendências. Nós copiamos das pessoas o jeito de vestir, de andar, de falar, de comportar-se. Isso é muito acentuado na adolescência, quando a necessidade de ser aceito é mais intensa. Mas até que ponto esta tendência de ser igual nos afeta? Você acha que o ser humano é capaz de dar uma resposta errada, mesmo sabendo a correta, só para acompanhar os demais?</p>
<p style="text-align: justify;">Na década de 50 do século passado, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Solomon_Asch" target="_blank">Solomon Asch</a> conduziu uma série de experimentos que comprovariam a tendência humana de seguir a opinião dos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O experimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Ele fez o seguinte: foram colocadas várias pessoas em uma sala com o objetivo de fazer um teste de visão. Variações da figura abaixo eram mostradas ao grupo e, após cada uma, perguntava-se qual das linhas (A, B ou C) era igual à da esquerda. O grupo era composto de 9 pessoas, sendo que 8 eram atores, ou seja, após algumas rodadas dando a resposta correta, eles começavam a dar a mesma resposta incorreta. Eles faziam parte do jogo sem a outra pessoa saber. Metade do tempo falavam que a linha era menor e a outra metade que a linha era maior do que a apresentada. O participante cobaia era sempre o sexto a responder.</p>
<div id="attachment_323" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-323" title="asch_lines1" src="http://oliderdossonhos.files.wordpress.com/2009/05/asch_lines1.jpg" alt="As linhas de Asch." width="420" height="262" /><p class="wp-caption-text">As linhas de Asch.</p></div>
<p style="text-align: justify;">Oberservando a figura acima, obviamente percebe-se que a resposta correta é C. Você só responderia errado se estivesse sob efeito de algum alucinógeno. Perceba que não estava sendo solicitado para observar um desenho complexo ou uma situação a ser interpretada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A descoberta</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os resultados surpreenderam até mesmo Solomon Asch:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>50% das pessoas deram a mesma resposta, seguindo o grupo, mesmo que ele estivesse errado.</li>
<li>apenas 25% das pessoas negaram a dar as respostas erradas.</li>
<li>no total, a taxa de conformidade foi de 33%.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Asch entrevistou as pessoas após o experimento. Os sentimentos relatados são bem parecidos com aqueles que já você já sentiu:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>todos sentiram ansiedade, com medo da reprovação pelos demais.</li>
<li>a maioria disse que sabia qual era a linha correta, mas sentia que o grupo estava correto.</li>
<li>alguns disseram que seguiram o grupo para não destoarem, mesmo sabendo que o grupo estava errado.</li>
<li>um pequeno número disse que estava vendo a linha do mesmo tamanho apontado pelo grupo.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Ser conformista ou não: eis a questão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este dilema shakesperiano nos acompanha todos os dias. Tem horas que agir conforme o grupo é uma benção, em outras uma armadilha. Muito do convívio social depende deste ato natural; caso contrário, nossa existência seria impraticável. A conformidade é inerente ao ser humano e, assim como você dever estar atento a todas as suas capacidades e dons, deve estar atento a mais este também.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabe a você a decisão de como agir. Mas, para que seja adequada, é necessário autoconhecimento, autoestudo e auto-observação. Você pode até estar pensando que é um não-conformista, até achar outros não-conformistas e agir da mesma maneira que eles.</p>
<p style="text-align: justify;">E, para você que lidera equipes, é fundamental o conhecimento de que os seus liderados podem estar seguindo o que você diz só para estarem conformes. É importante que você dê voz a eles. Quem sabe algum deles não tem a resposta que a sua empresa precisa para dar a virada?</p>
<p style="text-align: justify;">Veja abaixo um exemplo contemporâneo do experimento de Asch.</p>
<p style="text-align: justify;">[vodpod id=ExternalVideo.819135&amp;w=425&amp;h=350&amp;fv=]</p>
<div style="font-size:10px;">more about &#8220;<a href="http://vodpod.com/watch/1584371-untitled">View Overstream: &#8216;Conformidade&#8217;</a>&#8220;, posted with <a href="http://vodpod.com/wordpress">vodpod</a></div>
<div style="font-size:10px;">Fontes:</div>
<div style="font-size:10px;">Asch, S. E. (1951). Effects of group pressure upon the modification and distortion of judgments. Groups, leadership, and men, 177-190.</div>
<div style="font-size:10px;">http://www.spring.org.uk/2007/11/i-cant-believe-my-eyes-conforming-to.php</div>
<div style="font-size:10px;">http://www.mindpowernews.com/5Psychological.htm</div>
<p>&copy;2012 <a href="http://www.oliderdossonhos.com">Nilzo Andrade Jr.</a>. All Rights Reserved.</p>.]]></content:encoded>
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