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9 lições de liderança do Capitão Kirk e do Dr. Spock

Sai faísca, mas dá resultado.
Capitão Kirk e Dr. Spock, de Star Trek, são os opostos que se atraem. Atuando juntos, mostram opostos que, somados, conferem um grande exemplo de liderança. O primeiro, emocional, destemido, inventivo, intempestuoso. O segundo, lógico, racional, comedido, seguidor de padrões, nada temperamental. Esta relação centraliza um dos seriados mais populares da história e também o movie hit da estação, competentemente dirigido po J. J. Abrams, um dos criadores de Lost.
No filme, há algumas lições de liderança bem interessantes:
Seja ousado. Questione as regras. Jim Kirk fez uma alteração no software de simulação da pilotagem das naves da Frota Estelar. Com isso, foi aprovado no exame para ser capitão. O ainda não amigo Spock o condenou e Kirk foi colocado em observação. Foi este mesmo comportamento, o de procurar uma falha no sistema, que Spock utilizou posteriormente para ajudar a salvar a Enterprise. Quantas oportunidades você pode encontrar em seu negócio ao mudar algo que impede de alcançar um melhor resultado?
Esteja preparado mesmo que digam que você não está. Kirk propôs-se a fazer o exame para ser capitão em 3 anos ao invés de 4. Como era displiscente, reprovou nas provas e não foi indicado para o cargo. Mas sem dúvida, era o mais completo para a posição. Pelas contingências da guerra, acabou assumindo a posição e a sua forma de enxergar as coisas fez com com a Federação tivesse sucesso em sua empreitada. Vista-se do papel mesmo quando formalmente você ainda não o tem.
Esteja atento aos detalhes. Kirk foi único a perceber que os romulanos estavam planejando uma armadilha. E isso porque observou um pequeno detalhe nos sinais emitidos pelos inimigos. Exerça esta visão refinada e atenta aos sinais do mercado. Você poderá antecipar algum movimento e alavancar a a sua empresa.
Provoque emoções. O código da Frota Estelar determina que alguém emocionalmente abalado deve renunciar ao cargo de comandante, devido ao perigo de tomar decisões erradas. Kirk provocou Spock a ir ao extremo das emoções, de modo a renunciar o comando e permitir então que alguém mais lúcido domine a situação. Provoque e prepare sua equipe para dominar as emoções e para que saibam identificar quando não estão aptos para comandar uma situação.
Exerça a compaixão. Na iminência de destruir um inimigo, Kirk ofereceu compaixão a ele. Você fazer isso quando perceber que vai dominar um mercado, sobrepujando um concorrente. Normalmente, o derrotado acaba virando o mais fiel aliado.
Os melhores em seus lugares. A Enterprise é composta de um dream team. Somente os melhores ocupam os postos e todos têm responsabilidade. Sabem o que fazer e propõem soluções. O capitão não sabe todas as respostas, mas sabe para quem perguntar. Procure ter estas atitudes em sua empresa.
Ponha a lógica de lado, faça o que é certo. Muitas vezes, a lógica nos diz para fazer uma coisa, mas a intuição diz para fazer outra. Muitas grandes decisões saem destes momentos. Invariavelmente, a dúvida ocorre, mas sempre avalie se os danos podem ser facilmente revertidos caso não dê certo.
Audaciosamente, vá onde nunca esteve. É no limite que você poderá explorar uma nova fronteira nunca antes pensada para o seu negócio. Frequente grupos diferentes do seu. Participe de eventos que não sejam só do seu métier. Quem sabe você não acha inspiração e estabelece um novo paradigma?
Permita-se curtir. Spock é de uma raça, os vulcanos, que não expressa emoções. Curiosamente, é ele que acaba ficando com a mocinha e não o sedutor Kirk. Mas isso só aconteceu porque ele a permitiu entrar em seu mundo lógico e racional. Apesar da situação de guerra, ele se entregou. Aprenda a fazer isso também.
Ah, e você dever ter se perguntado por que 9 e não 10. É que eu gosto do número 9.
Percepções sobre a mente humana – O experimento da conformidade de Solomon Asch
Todos sabemos que o ser humano segue tendências. Nós copiamos das pessoas o jeito de vestir, de andar, de falar, de comportar-se. Isso é muito acentuado na adolescência, quando a necessidade de ser aceito é mais intensa. Mas até que ponto esta tendência de ser igual nos afeta? Você acha que o ser humano é capaz de dar uma resposta errada, mesmo sabendo a correta, só para acompanhar os demais?
Na década de 50 do século passado, Solomon Asch conduziu uma série de experimentos que comprovariam a tendência humana de seguir a opinião dos outros.
O experimento
Ele fez o seguinte: foram colocadas várias pessoas em uma sala com o objetivo de fazer um teste de visão. Variações da figura abaixo eram mostradas ao grupo e, após cada uma, perguntava-se qual das linhas (A, B ou C) era igual à da esquerda. O grupo era composto de 9 pessoas, sendo que 8 eram atores, ou seja, após algumas rodadas dando a resposta correta, eles começavam a dar a mesma resposta incorreta. Eles faziam parte do jogo sem a outra pessoa saber. Metade do tempo falavam que a linha era menor e a outra metade que a linha era maior do que a apresentada. O participante cobaia era sempre o sexto a responder.

As linhas de Asch.
Oberservando a figura acima, obviamente percebe-se que a resposta correta é C. Você só responderia errado se estivesse sob efeito de algum alucinógeno. Perceba que não estava sendo solicitado para observar um desenho complexo ou uma situação a ser interpretada.
A descoberta
Os resultados surpreenderam até mesmo Solomon Asch:
- 50% das pessoas deram a mesma resposta, seguindo o grupo, mesmo que ele estivesse errado.
- apenas 25% das pessoas negaram a dar as respostas erradas.
- no total, a taxa de conformidade foi de 33%.
Asch entrevistou as pessoas após o experimento. Os sentimentos relatados são bem parecidos com aqueles que já você já sentiu:
- todos sentiram ansiedade, com medo da reprovação pelos demais.
- a maioria disse que sabia qual era a linha correta, mas sentia que o grupo estava correto.
- alguns disseram que seguiram o grupo para não destoarem, mesmo sabendo que o grupo estava errado.
- um pequeno número disse que estava vendo a linha do mesmo tamanho apontado pelo grupo.
Ser conformista ou não: eis a questão
Este dilema shakesperiano nos acompanha todos os dias. Tem horas que agir conforme o grupo é uma benção, em outras uma armadilha. Muito do convívio social depende deste ato natural; caso contrário, nossa existência seria impraticável. A conformidade é inerente ao ser humano e, assim como você dever estar atento a todas as suas capacidades e dons, deve estar atento a mais este também.
Cabe a você a decisão de como agir. Mas, para que seja adequada, é necessário autoconhecimento, autoestudo e auto-observação. Você pode até estar pensando que é um não-conformista, até achar outros não-conformistas e agir da mesma maneira que eles.
E, para você que lidera equipes, é fundamental o conhecimento de que os seus liderados podem estar seguindo o que você diz só para estarem conformes. É importante que você dê voz a eles. Quem sabe algum deles não tem a resposta que a sua empresa precisa para dar a virada?
Veja abaixo um exemplo contemporâneo do experimento de Asch.
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Dia do Trabalho: fim da escravidão?
Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida. Confúcio
Você não acha engraçado comemorar o Dia do Trabalho com… um feriado? Se o ganha-pão fosse prazeroso para a maioria das pessoas, não haveria a necessidade de ficar longe dele neste dia. A ansiedade pela folga reflete o desejo de fugir de uma relação que lembra àquela que foi abolida (pelo menos formalmente) há 120 anos.
Como diz o sociólogo italiano Domênico de Masi, um trabalho verdadeiramente prazeroso é aquele que você não saberia dizer onde está a froteira do estudo, do lazer e do próprio trabalho.
Para você refletir, aqui está um vídeo antiguinho (por isso a qualidade do imagem não é tão boa) com o Waldez Ludwig. Será que a relação senhor do engenho-capataz-escravo não existe mais?
O salário do professor e do juiz
Que líderes formaremos quando um professor primário ganha tão pouco? Não sei se você já se fez esta pergunta, mas deveria.
A UNESCO divulgou um estudo comparativo com os salários de professores do ensino fundamental de 38 países. Ficamos no terceiro lugar, perdendo para Peru e Indonésia o posto do pior salário. O país-destino dos surfistas emplacou U$ 1.624 por ano, enquanto os incas U$ 4.752. O país do futebol quase perdeu para os peruanos, com U$ 4.818,. Bem longe da média dos países desenvolvidos, U$ 33.209 por ano.
Faça um comparativo. Um Juiz do Supremo Tribunal Federal (que tem título de Ministro em nosso país) recebe U$ 148 mil por ano. Quem faz conta de cabeça percebeu que uma pessoa formada para julgar crimes, uma função reativa, ganha quase 30 vezes mais do que uma pessoa formada para educar, uma função preventiva. Temos um sistema que investe menos no profissional que poderia diminuir o trabalho do profissional que existe para resolver coisas acontecidas. Pagamos mais para mudar o passado do que para preparar o futuro.

- Acho que alguns professores têm vontade de usar um nariz vermelho.
Para ser professor, é preciso vocação. Num sistema como o nosso, os professores natos acabam migrando para outras funções para terem uma vida digna. Com um salário merreca, afastam-se do objetivo das suas vidas. Assim, a profissão de professor tende a atrair os profissionais que, ou não conseguiram um posição melhor no mercado, ou não tinham competência para tanto.
Longe de ser simplista e determinista, já podíamos ser um país desenvolvido se a situação fosse diferente. O salário baixo dos professores indica a total falta de prioridade em investir na educação desde a época que tentamos deixar de ser colônia. É um paradoxo investir na punição, no juizado, quando temos um país tão ignorante. Incentivamos o crime ao não priorizar a educação.
Pagamos bem os juízes e construímos templos seguros para o exercício digno de suas funções, enquanto os professores minguam comendo mingau em escolas depredadas com alunos que os ameaçam sem punição.
Nosso país precisa aplicar a política dos juízes nas escolas, para que elas sejam tão imponentes e seguras quanto os fóruns. Que os professores tenham status de Ministros. Que consigamos, enfim, assumirmos o papel de preparadores dos futuros líderes do Brasil varonil. Se não, haja senso de missão.
Veja aqui o exemplo de uma escola que acho interessante, não só por valorizar os seus profissionais, mas pela proposta de seu processo educativo.
Ser maestrina é exercer muita liderança
No dia 9 de abril de 2009, fui assistir, à convite de meu amigo Eduardo Potério e de sua educadíssima esposa Carla, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) na Sala São Paulo. Em nosso camarote, estavam presentes Marcus Siqueira (compositor dos Seis Estudos Sinfônicos apresentados naquela noite), Jana Bouskova (harpista que tocou o Concerto para Harpa de Alberto Ginastera), Marcelo Lopes (Diretor Executivo da Fundação OSESP) e Laura Ferro (Diretora da Cia. SwáSthya de Artes Cênicas).
Segundo o Marcelo, o programa não era o dos mais fáceis do ano, tanto de ouvir quanto de tocar. Foi regido pela competente maestrina portuguesa Joana Carneiro, que deu um espetáculo. Ela é enérgica e vigorosa, com um estilo muito particular. Dava para ouvir os golpes com os pés que a pequena Joana dava no tablado.

- Joana sempre atenta.
Com apenas 32 anos, tem uma carreira internacional exemplar, dirigindo atualmente a Orquestra Sinfônica de Berkeley. O que me chamou a atenção em sua apresentação era a maneira como exercia a liderança sobre a orquestra. Transbordando um forte estilo matriarcal, parecia estar muito atenta em cada músico, como que a educar e evitar qualquer deslize. Era com uma mãe que está atenta para que seu filho faça tudo certo. Ela transpirava cuidado, exigência e amor.
Magnética, reforçou o estilo que eu penso ser o que deve ser adotado pelos líderes neste novo momento econômico e histórico: uma liderança mais matriarcal, carinhosa, desrepressora e atenta aos sentidos, às necessidades das pessoas.
Conheça aqui o programa daquela noite e assista abaixo um breve documentário sobre a OSESP.
Trabalhe o corpo para enfrentar a crise
Veja como o SwáSthya Yôga pode ser um aliado para vencer a crise.
Conheça mais em www.uni-yoga.org e no blog do DeRose.
Ontem fui empossado como sócio do Rotary

Meu amigo e Companheiro Jeandro Fileti entregando o pin.
É com muita satisfação que comunico que ontem fui empossado como sócio do Rotary Club Curitiba Champagnat. Foi um momento de muita alegria e satisfação pessoal, pois meus pais já foram Rotarianos e fundadores de um de seus clubes.
Agradeço o carinho recebido por todos os membros que me acolheram, em especial ao meu amigo Jeandro Fileti (pela indicação), ao Presidente Antônio Stefanski e ao Governador Assistente Gerardo.

Nilzo lendo o juramento Rotário.

Nilzo junto ao amigo Jeandro Fileti, Presidente Stefanski e Governador Assistente Gerardo.
O exemplo de quem vai para o Guinness Book
As coisas que vão para o Guinness Book são surpreendentes. Há alguns meses atrás, o Brasil foi visitado pela mulher que tem as maiores pernas do mundo. E daí?
Daí que, na falta de coisas com significado maior, a imprensa cobriu (inclusive em horários nobres de TV) a passagem da russa super-alta Svetlana Pankratova incessantemente. No fundo, ela se demonstrou inteligente. Fala umas duas ou três línguas e foi bem simpática.
Mas, meu amigo, o que isso ajuda o mundo? Acho que pode ajudar da seguinte maneira: você, que tem uma idéia bacana, que quer fazer um contribuição para a humanidade, que quer deixar um legado para as próximas gerações, mãos à obra. A imprensa carece de boas notícias. Os pauteiros estão loucos para escrever algo interessante, para divulgar o seu trabalho. Basta você entrar em contato e mostrar o que faz.
As coisas freaks que vão para o Guinness foram executadas por pessoas normais, mas determinadas. Esses caras tinham um objetivo em mente e uma mente forte para receber alguns nãos e continuar na labuta.
Para mim, esse é um grande exemplo de que se alguém quer ser noticiado, conseguirá. Imagine, então, caso você faça um trabalho que possa ajudar outras pessoas a ter uma vida melhor.
O exemplo de quem vai para o Guinness Book: Svetlana Pankratova
As coisas que vão para o Guinness Book são surpreendentes. Há alguns meses atrás, o Brasil foi visitado pela mulher que tem as maiores pernas do mundo. E daí?
Daí que, na falta de coisas com significado maior, a imprensa cobriu (inclusive em horários nobres de TV) a passagem da russa super-alta Svetlana Pankratova incessantemente. No fundo, ela se demonstrou inteligente. Fala umas duas ou três línguas e foi bem simpática.
Mas, meu amigo, o que isso ajuda o mundo? Acho que pode ajudar da seguinte maneira: você, que tem uma idéia bacana, que quer fazer um contribuição para a humanidade, que quer deixar um legado para as próximas gerações, mãos à obra. A imprensa carece de boas notícias. Os pauteiros estão loucos para escrever algo interessante, para divulgar o seu trabalho. Basta você entrar em contato e mostrar o que faz.
As coisas freaks que vão para o Guinness foram executadas por pessoas normais, mas determinadas. Esses caras tinham um objetivo em mente e uma mente forte para receber alguns nãos e continuar na labuta.
Para mim, esse é um grande exemplo de que se alguém quer ser noticiado, conseguirá. Imagine, então, caso você faça um trabalho que possa ajudar outras pessoas a ter uma vida melhor.
Desconecte-se e concentre-se
Quanto mais conectado, mais disperso você está. Já percebeu isso?
Comecei a aplicar isso em minha vida. Estou trabalhando menos no computador, muitas vezes não atendo o celular, cuido para não deixar o Twitter ligado direto e só leio meus e-mail´s duas vezes ao dia (mande um e-mail para nilzo.andrade@uni-yoga.org.br e você receberá uma resposta padrão). Faço uma lista das três coisas mais importantes para serem resolvidas por dia. O resto do dia, dedico para interagir com as pessoas e anotar minhas idéias. É incrível com o fluxo criativo aumenta quando você se desconecta.
É simples testar. Saia da frente do notebook. Desligue o seu celular, seu iPhone, seu PDA e o blackberry. Pegue um moleskine e uma caneta. Vá para um café, para a beira da praia ou para o parque e anote e rabisque idéias. Você perceberá que no início haverá um aumento da ansiedade. E se alguém precisar falar comigo? E se eu receber um e-mail importante agora?
Sinceramente: quantas ligações ou e-mail´s realmente urgentes você recebeu em sua vida?

Meu amigo Marco, por exemplo, vai ao parque para ver as coisas de uma forma diferente.
Vencida a ansiedade inicial, relaxe e curta. Você abrirá um canal produtivo e criativo incrível. Intuições poderosas só acontecem quando descontraímos e deixamos a mente livre. Tenho certeza de que você vai gostar.








