Archive for the ‘Método DeRose’ tag

“A arte de governar consiste em não deixar envelhecer os homens nos seus postos”

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- Napoleão Bonaparte

Written by Nilzo Andrade Jr.

agosto 18th, 2010 at 12:03 pm

Liderando a geração Y

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Pedrinho (poderia ser Aninha) chega para trabalhar. Abre a porta retirando os fones de seu iPod, cumprimenta a todos e dirige-se ao seu computador. Dá uma olhada em seus e-mails e no Facebook, liga a conta do Twitter, visita alguns sites de interesse, responde a um bom dia no MSN. Só para ver se tinha algo de novo, pois já estava fazendo tudo isso do seu smartphone.

Liderar essa nova geração, representada pelo Pedrinho (ou Aninha), que está chegando ao mercado é um desafio. Aliás, desafio antigo, pois sabemos que a geração atual sempre critica a sucessora. A chamada geração Y (nascidos a partir de 1980) já nasceu conectada, pois cresceu tendo acesso a uma tecnologia muito avançada. São criticados por serem dispersos, pouco comprometidos, questionadores e folgados. Mas eles já correspondem à 20% dos cargos de liderança nas grandes empresas brasileiras.

Conseguem fazer várias coisas ao mesmo tempo, recebendo a alcunha de multitasks. Querem e gostam de trabalhar, mas o trabalho não é sua vida. Filhos da geração X, que priorizou o trabalho em relação à família e amizades, não querem repetir o exemplo que tinham em casa.

Tem sido criados e nutridos através de muitos estímulos. Frequentam muitos espetáculos culturais e shows grandiosos. Os games tem uma presença constante em suas rotinas.

Ao mesmo tempo que estão tendo uma ascensão profissional mais acelerada do que a geração anterior, demoram mais para sair da casa dos pais. Querem a autorrealização, mas não anseiam pela independência.

Gostam de trabalhar em equipe, valorizando isso mais do que a geração X. São colaborativos pois desenvolveram-se interagindo em blogs, expressando a sua opinião com freqüência.

Neste contexto, necessitam de uma liderança que seja inspiradora, legítima e ética. Faz-se necessário que sejam estimulados de maneira constante e consistente. Gostam de boas conversas e o líder precisa estimular o bate-papo. Querem aprender, mas gostam de ensinar.

O que você pode fazer? Aqui vão algumas sugestões:

  • Procure descobrir do que o Pedrinho gosta. Esteja antenado aos seus gostos.
  • Faço-o descobrir o que o move. Converse bastante, ajude-o a descobrir o seu propósito de vida e ajude-o a realizá-lo, alinhando as metas pessoais dele com as da Unidade.
  • Exercite uma relação de liderança mais horizontal, sendo bem acessível. Ouça-o muito e dê feedback constantemente.
  • Estimule-o a fazer projetos em rede. Ações de marketing ou de fidelização em conjunto com outras Unidades, por exemplo, são uma boa pedida.
  • Deixe as coisas muito claras. A geração Y não tem a mesma iniciativa da geração X.
  • Defina muito bem qual o papel do Pedrinho, estabelecendo de maneira prática quais são seus limites, pois nasceu com uma incapacidade de percebê-los. Neste ambiente, ele se sentirá mais seguro e amparados para exercer toda a sua criatividade.
  • A ansiedade é uma constante na vida do Pedrinho. Sempre diga a ele como está seu desempenho.

Observando estes pontos, o Pedrinho (ou Aninha) poderá dar o máximo de si e você acima de 30 poderá exercer uma liderança mais eficaz. Os tempos mudam, podem ficar turbulentos e inseguros, mas quem aprende e se esforça em liderar bem sempre cativará. Essa é chave para ter cada vez melhores resultados. E também para ter uma boa relação profissional com o Pedrinho (ou com a Aninha).

Written by Nilzo Andrade Jr.

agosto 3rd, 2010 at 8:19 am

“A liderança é a capacidade de conseguir que as pessoas façam o que não querem fazer e gostem de o fazer”

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- Harry Truman, 33º Presidente dos Estados Unidos.

Written by Nilzo Andrade Jr.

agosto 2nd, 2010 at 9:09 am

O restaurante da Tia Zilda

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maracuja

Este é o Maracujá, quem fica no Itaim em São Paulo, pois o da Tia Zilda é fictício.

Muitas vezes ficamos em dúvida na forma de chamar a atenção de algum subordinado. É uma dúvida muito comum, que só a experiência dirime.

Para ajudar, conto a estória abaixo, baseada numa história repetida pelo DeRose sempre que quer treinar os profissionais que ensinam o seu Método, do qual sou um representante orgulhoso.

A Tia Zilda era a dona de um restaurante de comida caseira no centro de uma grande cidade. Era um local simples, com mesas e cadeiras de ferro, tolhas emborrachadas com estampas de frutas, ventiladores de lanchonete e azulejos até metade da parede. Na hora do almoço, pessoas simples e trabalhadoras faziam fila para comer o prato feito do dia. Além disso, ela mandava entregar algumas marmitas na região, de tão gostosa que era a comida. Até alguns grande empresário mandavam vir a comida dela.

Com muitos quilos a mais, alguns cabelos brancos e várias rugas, pele branquinha e olhos castanho fortes, Tia Zilda tratava todos com carinho. Como uma tia mesmo. Muitos diziam que, mais do que pela comida, iam lá por ela. Firme, forte, carinhosa. Dava bronca até nos clientes que pediam fiado, pois com ela não tinha este tipo de conversa. Mas adorava contar histórias, muito engraçadas, sobre o seu passado na fazenda. Ela era cativante.

Era ela que contratava todos os ajudantes. Da cozinha e do buffet, como ela chamava. Para eles, ela era uma mãe. Fazia de conta que não via os pequenos erros, afinal muitos eram bem novinhos e estavam aprendendo a trabalhar. Mas se eles cometessem um erro mais grave ou que chateasse os clientes, aí sim ela ficava uma fera. E ai de quem chegasse atrasado. Não conhecia a Inglaterra, mas sua pontualidade era britânica.

Um dia, o Nelsinho fez uma daquelas. Estava servindo um prato para um cliente, quando soltou um espirro em cima da comida. Tia Zilda viu aquilo e ficou possessa. Olhando fimemente para o Nelsinho, ao mesmo tempo com um sorriso que só as tias têm, chegou perto dele e disse: “Nelsinho, meu filho! (todos para ela eram filhos), a Tia Zilda viu o que você fez. Não quero que isso se repita mais, pois você contaminou com micróbios a comida do freguês. Sabia que ele pode ficar doente por isso?!  Em uma próxima vez, a Tia Zilda vai ser mais dura com você. Se isso se repetir, você está no olho da rua. Entendeu, meu filho? Ah, e trate de jogar esta comida fora e de lavar os pratos”.

O Nelsinho não sabia que não podia espirrar em cima da comida, afinal era assim que fazia em casa e nunca ninguém falou nada. Mas a Tia Zilda explicou de maneira tão fraternal que ele entendeu na hora. Envergonhado, olhou para a Tia Zilda com as sobrancelhas baixas e disso: “Desculpe, tia. Isso não vai acontecer mais”.

E assim foi. Nelsinho continuou caprichando, apesar de alguma bronca aqui e alí. Mas ele era tratado com respeito, como nunca tinha sido tratado. Tia Zilda, para ele, não era uma tia: era uma mãe.

Até pediu para chamá-la assim. A Tia Zilda disse que iria pensar.

Written by Nilzo Andrade Jr.

junho 10th, 2009 at 10:58 am

Trabalhe o corpo para enfrentar a crise

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Veja como o SwáSthya Yôga pode ser um aliado para vencer a crise.

Conheça mais em www.uni-yoga.org e no blog do DeRose.

Written by Nilzo Andrade Jr.

abril 20th, 2009 at 8:09 am